'Temos que aproximar a ciência do público', diz brasileira finalista em concurso de versões 'dançadas' de teses
A pernambucana Natália Oliveira, de 28 anos, misturou a série CSI, drag queens de Nova York e as ruas de Recife em um clipe finalista de um concurso da revista Science, uma das mais importantes publicações científicas do mundo.
Há dez anos, a revista e a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês) criaram a competição “Dance seu Ph.D.” para desafiar cientistas a explicarem seus trabalhos por meio da dança.
A ideia é divertir e informar o público ao mesmo tempo, criando uma ponte entre os laboratórios e o mundo real.
“Podem dizer não é um trabalho sério, mas é bom quebrar esse paradigma. Cientistas resolvem os problemas do mundo, então, quanto mais gente entender e se engajar com a ciência, melhor."
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